Conheça os tipos e as possíveis causas do vitiligo

Vitiligo

Ao contrário do que foi dito no “BBB”, doença não surge por conta de questões emocionais, mas o estresse pode agravá-la

Na semana passada, durante o programa “Big Brother Brasil”, discutiu-se as causas do vitiligo. Na ocasião, a participante Karol Conká alegou que Michael Jackson mudou seu tom de pele por conta de questões emocionais. O “vitiligo emocional”, que a cantora levantou, na verdade não existe. Mas é fato que a doença pode se agravar por conta do estresse.

O vitiligo afeta cerca de 1% a 2% da população mundial e 0,5% dos brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Trata-se de uma doença autoimune que envolve alterações genéticas e é caracterizada pela perda de coloração da pele nos locais afetados. As lesões ocorrem pela diminuição ou ausência de melanócitos.

Essas células são responsáveis pela formação da melanina e costumam desaparecer, nos casos de vitiligo, por volta dos 20 anos. Dessa forma, a pele afetada tem extrema tendência à queimaduras do sol, assim como pode causar sensibilidade e dor em alguns casos nas áreas atingidas. Esses são os sintomas da condição.

A doença não é contagiosa e não traz prejuízos à saúde física. As causas do vitiligo ainda não estão totalmente estabelecidas, no entanto, foi descoberto que 30% dos pacientes têm o pai ou a mãe com a condição. Também há uma incidência maior em quem tem outras doenças autoimunes como diabetes, doenças da tireoide e hepatite autoimune.

O vitiligo pode ser definido por dois tipos:

> Segmentar ou Unilateral: manifesta-se apenas em uma parte do corpo, normalmente quando o paciente ainda é jovem.

> Não segmentar ou Bilateral: o tipo mais comum; manifesta-se nos dois lados do corpo, por exemplo, duas mãos ou dois pés. Em geral, as manchas surgem inicialmente nas mãos, pés, nariz e boca. Há períodos de perda de cor e de estagnação, que ocorrem durante toda a vida.

> Não há cura para a doença, mas o tratamento pode diminuir as lesões. Ele consiste em estabilizar o quadro e repigmentar a região afetada por meio de vitamina D e corticosteroides. Também são indicadas fototerapias, baseadas na radiação de luzes solares. Para diagnosticar e tratar o vitiligo é necessário um dermatologista.

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