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Queda de cabelo

Alopecias: entenda a doença por trás da perda de cabelo

As principais condições costumam ter causas genéticas e são autoimunes. Estresse e hábitos não saudáveis são agravantes

Você sabia que as pessoas perdem cerca de 50 a 100 fios de cabelo por dia? Pois é, mas isso não chega a fazer grande diferença para o couro cabeludo, já que esses cabelos são repostos naturalmente. O problema se dá com condições que proporcionam uma queda maior, conhecida como alopecia.

Este é um termo geral para a perda de grande quantidade de pelos não só na região da cabeça, mas em outras partes do corpo. Isso abrange desde uma manifestação genética ao efeito colateral de uma medicação ou alguma deficiência nutricional. Um dos tipos mais comuns é a alopecia areata, que afeta cerca de 2% da população mundial em diversos níveis.

Trata-se de uma doença autoimune, ou seja, quando o próprio corpo ataca seus tecidos capilares. As causas, entretanto, não são bem definidas. Fatores genéticos, outras doenças ou inflamações no couro cabeludo estão relacionados.

Na maioria dos casos, alopecia areata tem como característica as quedas bruscas de cabelo que formam um ou mais lesões circulares no couro cabeludo. Quando renascem, os fios saem com facilidade se puxados e podem ser brancos. Ela também pode se manifestar na barba e se agravar com problemas emocionais, traumas físicos e quadros de infecção.

Não há como prever a duração dos surtos de perda de pelos, nem como esses episódios vão evoluir, pois cada caso é único. Uma outra causa de perda de cabelo bastante comum e mais conhecida é a alopecia androgenética, que também é autoimune. O problema afeta 50% dos homens acima dos 50 anos, e 5% das mulheres em qualquer idade.

O sintoma dessa alopecia é o afinamento progressivo dos fios, provocando uma perda constante de cabelo. Normalmente a queda é na parte de trás da cabeça (coroa) ou nas têmporas, formando entradas. Ela está relacionada a problemas hormonais, fatores ambientais ou a ausência de hábitos saudáveis, além da genética, ansiedade e nervosismo.

Reduzir o estresse sempre que possível é uma boa maneira para evitar uma queda maior de cabelo nessas doenças. Medicamentos podem ajudar a reconstruir os fios ou impedir que eles caiam. O processo deve ser feito sempre com o acompanhamento de um dermatologista.

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