Você sabe qual a importância da vacinação do sarampo?

O sarampo, doença infecciosa grave, voltou a ser uma preocupação no Brasil, com o registro de surtos em todas as regiões do país. Atualmente, os estados mais afetados são Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Em 2016, a doença chegou a ser considerada como erradicada nas Américas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), um importante resultado alcançado graças à um esforço de 22 anos, que envolveu uma ampla administração de vacinas.

Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 11 mil casos de sarampo foram confirmados no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Somente no Estado do Pará, foram mais de 4 mil casos confirmados, segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), o que representa um aumento de 10 vezes no número de casos em comparação ao ano inteiro de 2019.

Mas o que é o sarampo?

O sarampo é uma doença infecciosa grave, causada por um vírus, que pode levar a óbito. É transmitido por via aérea quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. Trata-se de um vírus altamente contagioso, onde o infectado pode espalhar a doença para 90% das pessoas com que tem contato.

As crianças são o grupo mais suscetível à doença e podem ter complicações como pneumonia, perda auditiva permanente e encefalite aguda. Em adultos, a única complicação é a pneumonia, porém, em gestantes, pode causar partos prematuros e afetar o desenvolvimento dos bebês.

O motivo para o surgimento de novos casos ocorre por conta da queda na cobertura da vacinação. A vacina, ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é a única forma de se prevenir da doença.

Os principais sintomas do sarampo, tanto para adultos quanto para crianças, são, além das características manchas vermelhas na pele, a febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, mal-estar intenso e coriza.

Qual o momento certo para se vacinar?
> Dose zero: por conta do aumento no número de casos, crianças entre seis meses e um ano de idade devem tomar essa dose extra.
> Primeira dose: crianças que completarem 12 meses (1 ano).
> Segunda dose: a vacina deve ser reforçada aos 15 meses de idade.

Demais faixas etárias
> Pessoas entre 1 e 29 anos devem ter, no mínimo, duas doses da vacina registradas na carteira de vacinação.
> Para adultos entre 30 e 59 anos, é indicado ter pelo menos uma dose.

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