O câncer é mesmo hereditário?

Entenda um pouco mais sobre essa questão e quais são os tipos mais ligados ao fator hereditário

É comum haver questionamentos quando o assunto é hereditariedade. Afinal de contas, você sabe o que isso significa? A ciência médica define a hereditariedade como a transmissão de características dos pais para os filhos, ou seja, as informações genéticas e fenotípicas transmitidas são chamadas de hereditárias.

O que muita gente não sabe, em relação a algumas doenças, é que existe pouca prevalência de casos por causa da hereditariedade. De modo geral, o câncer não é hereditário, o que existem são casos raros que são herdados.

Sendo assim, existem alguns fatores genéticos que tornam determinadas pessoas mais sensíveis à ação dos agentes ambientais que causam o câncer, o que explica por que algumas desenvolvem câncer e outras não, quando expostas a uma mesma substância cancerígena.

“O câncer tem influência genética e interfere também na oncogênese. Existem síndromes familiares que podem desenvolver alguns tipos de cânceres”, explica Renata Barra, oncologista do Hospital Oncológico Infantil, gerenciado pela Pró-Saúde no Pará.

Como exemplo, a médica cita a Síndrome de Li Fraumeni, uma alteração que ocorre no gene, aumentando o risco de uma pessoa desenvolver tumores.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) ressalta que são raros casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante papel na oncogênese.

Portanto, é importante saber que existem alguns tipos de câncer como o de mama, de estômago e de intestino, que indicam ter um forte componente hereditário, embora não se afaste a hipótese de exposição dos membros da família a uma causa comum.

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