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Fibromialgia

Entenda a fibromialgia, doença que afeta 150 milhões de pessoas

Condição atinge 2,5% da população e as causas são desconhecidas. Principal característica é a dor, veja outros sintomas

Nesta quarta-feira, 12/5, ocorre o Dia Mundial da Fibromialgia. A data tem o objetivo de conscientizar e incentivar o tratamento de uma doença que atinge uma grande quantidade de pessoas, mas há pouca informação a respeito. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 2,5% da população mundial, ou seja, 150 milhões de pessoas lidam com a enfermidade.

A data é a mesma do Dia Mundial de Enfermagem, o que não é uma coincidência. Ambas homenageiam o aniversário de Florence Nightingale, que sofria com os sintomas da doença e é considerada a mãe da profissão. A fibromialgia é crônica, portanto não tem cura, e é caracterizada por causar dores em várias partes do corpo.

Esses incômodos, que surgem principalmente nas articulações e nos tendões, podem ser intensos e atrapalhar na realização de várias tarefas. Mas eles não provocam inflamações nem deformidades, pois não deixam sequelas físicas. No entanto, podem causar alterações de concentração e memória.

Para a fibromialgia ser diagnosticada, as dores precisam permanecer por no mínimo três meses. Elas também podem desencadear diversos outros sintomas:

– Fadiga e falta de disposição;
– Alterações no sono, que ajudaria a recuperar as dores;
Síndrome do intestino irritável;
– Problemas para urinar;
Dor de cabeça e cefaleia;
– Distúrbios de humor, como ansiedade e depressão.

Entre 75% a 90% dos casos da doença, segundo a OMS, ocorrem em mulheres na faixa dos 35 a 50 anos. Entretanto, também pode surgir em crianças e idosos, além de homens em todas faixas etárias.

As causas da fibromialgia são desconhecidas pela medicina. O que existe é uma hipótese de que a parte do cérebro que processa a dor para de funcionar como antes, deixando de combatê-la. Também se suspeita que fatores genéticos favorecem o aparecimento da doença.

Porém, já foi descoberto que alterações hormonais e o estresse são gatilhos para novas crises de dor. Algumas recomendações podem aliviar os sintomas, são elas:

– Evite carregar peso;
– Se movimente o máximo possível e praticar exercício físico aeróbico regularmente;
Regule o sono. Evite distrações na hora de dormir;
– Procure posições confortáveis quando for preciso ficar sentado por muito tempo
– Fuja de situações que causam desgaste emocional e considere apoio psicológico, se necessário.

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