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No Hospital Metropolitano, mães e pacientes pediátricos participam de oficina de artesanato

Ação “Espalhando Afeto” buscou amenizar medos e anseios causados pela internação hospitalar

Para celebrar o mês do Dia das Mães, matriarcas de pacientes pediátricos internados no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, participaram de uma oficina de artesanato.

Durante a ação na Classe Hospitalar da unidade, que faz parte da rede de saúde pública do Governo do Pará e é gerenciada pela Pró-Saúde, foram produzidos cartões de homenagem, imã decorativo, porta retrato com pedrarias, entre outros objetos.

O projeto, batizado de “Espalhando Afeto”, foi criado pela unidade para amenizar medos e anseios causados pela internação. “É importante que, mesmo em um ambiente hospitalar, onde as circunstâncias não são as escolhidas, essas pessoas sejam recebidas com afeto e respeito”, comenta Natália Failache, responsável pelo setor de Humanização do Hospital Metropolitano.

Além de diminuir os sentimentos negativos enfrentados na recuperação de um acidente grave ou queimadura, como medo e ansiedade, a atividade promove inclusão e socialização, atuando como um processo terapêutico, envolvendo trocas de experiências e ensinamentos.

“Com o projeto, a gente trabalha a subjetividade das mães e seus filhos. Envolver a pedagogia, que busca justamente criar estratégias lúdicas, tanto para a educação quanto para a inclusão, foi o fator norteador da atividade”, afirma Leonice Cardoso, coordenadora da Classe Hospitalar do HMUE.

Hospitalização mais humanizada

“Jamais imaginaria ser tratada dessa forma aqui no hospital. O meu filho, desde que nasceu, enfrenta alguns problemas de saúde que me fizeram passar por várias internações com ele, e aqui no Metropolitano vi diferença no tratamento”, comenta Serliane de Freitas, mãe de Nicolas Gael, de quatro anos.

Internado para o tratamento de uma fratura na perna, o pequeno, com a matriarca, participou da oficina na produção de itens decorativos e comenta que a ação foi muito legal.

“Essa troca e cuidado são extremamente importantes no dia a dia aqui dentro, sobretudo porque estamos vendo quem a gente mais ama em uma situação que envolve dor e desconforto. É como se a ação viesse justamente para amenizar isso”, completa Serliane.

Outra mãe que produziu peças na ação Espalhando Afeto, ao lado da filha, foi Francinete Santos, 33, de Igarapé Açu, interior do Pará. “Levarei o imã e guardarei com todo carinho quando retornarmos para casa. Claro que ninguém quer estar internado, ainda mais ver o seu filho assim, mas lembrarei desse momento aqui com ela”, completa.

Toda a atuação dentro do Hospital Metropolitano é voltada para o bem-estar e segurança dos pacientes e acompanhantes. “Essa é mais uma atividade que reforça isso. Com certeza, quando eles tiverem alta, lembrarão dessa experiência vivida aqui”, ressalta a diretora Assistencial do Metropolitano, Josieli Ledi.

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