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Hospital Oncológico Infantil

Lei Geral de Proteção de Dados ganha destaque em hospital paraense

O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, atua como facilitador para o estímulo à cultura de proteção de dados pessoais dentro da instituição

A proteção de dados é um assunto sério e tem levado empresas e órgãos a adotar medidas em conformidade com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), cujo objetivo é proteger as informações pessoais dos cidadãos, bem como garantir a privacidade de usuários de diversos serviços no país.

Em Belém do Pará, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, administrado pela entidade filantrópica Pró-Saúde, iniciou, nesta segunda-feira, 26 de abril, treinamento para deixar a par os seus profissionais sobre as particularidades da nova lei. As ações de orientações acontecem até 7 de maio.

Conduzido pelo Comitê de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais (CPPDP) da instituição, o treinamento aborda o conteúdo, significados e objetivos da lei, as expressões utilizadas dentro da norma como tratamento de dados, dados identificáveis, dados sensíveis, o papel da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), dentre outros.

O hospital já tem implantado, desde novembro do ano passado, o CPPDP, composto por oito membros de diferentes setores, como Núcleo da Qualidade e áreas de tecnologia da informação, administrativo, gestão de pessoas, educação profissional, faturamento, sustentabilidade e enfermagem.

“Buscamos com essa iniciativa dar o devido grau de importância ao assunto, pois a Pró-Saúde, na condição de gestora do hospital, também entende ser um procedimento que deve se seguir e buscar trabalhar para evitar os chamados vazamentos de informações sigilosas”, diz a presidente do CPPDP e coordenadora do Núcleo de Gestão de Pessoas do Oncológico Infantil, Daiane Nogueira.

De acordo com Natacha Cardoso, supervisora do Núcleo de Educação Permanente (NEP) do hospital, o treinamento deve envolver boa parte dos profissionais. “Buscamos alcançar no mínimo 80% dos colaboradores ativos em nossa instituição, o que corresponde a um quantitativo de 400 colaboradores no mês de abril. A difusão desse conteúdo representa um melhor entendimento para um tema altamente sensível e pertinente. Cada colaborador fica mais ciente quanto ao seu papel profissional no que se refere ao tratamento de dados”, pontuou.

O hospital, que pertence ao Governo do Estado e presta atendimento 100% gratuito, foi o primeiro do grupo de instituições de saúde gerenciadas pela Pró-Saúde, no Pará, a implantar o Comitê, quando entrou em vigor a LGPD.

O Diretor Hospitalar, Fábio Machado, comenta que o tema é algo que tem estado sempre em evidencia na instituição. “Sabemos que é importante resguardar o sigilo de informações pessoais de terceiros, isso é fundamental para instrumentalizar o público de profissionais e evitar qualquer tipo de danos”, observou o diretor.

O Comitê de Privacidade do Oncológico Infantil atua como facilitador no estímulo à cultura de proteção de dados pessoais dentro da instituição, contribuindo para a tomada de decisão da alta direção, atuando na prevenção de riscos.

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