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Galileu promove palestras com orientações para os cuidados com o paciente

Estar ao lado de um familiar ou amigo em um leito de hospital é um momento difícil. Ao receber alta, muitas dúvidas relacionadas aos cuidados que o paciente ainda requer permanecem. No Hospital Público Estadual Galileu, em Belém (PA), os acompanhantes encontram respostas para suas dúvidas e participam de ações de orientação. O trabalho é feito no projeto Dia do Acompanhante, que acontece todas as segundas, no auditório da unidade. A ação é conduzida por uma equipe multidisciplinar, composta por fonoaudióloga, psicóloga, nutricionista, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e farmacêuticos.

Nesta última segunda-feira (31/8), a dieta do paciente acamado foi o tema tratado na palestra ministrada pela nutricionista Laryssa Jordy.  Para a dona de casa Maria das Graças Figueira Pereira, o momento de saber como cuidar da nutrição do paciente quando for para casa foi excelente. “São necessários momentos como este para os acompanhantes. Assim, podemos levar para a família o conhecimento que aprendemos aqui”, revelou.

Maria das Graças está como acompanhante no Hospital Estadual Público Galileu pela segunda vez. A primeira vez, seu pai precisou dos serviços. Agora, seu filho. Segundo ela, o Galileu, gerenciado pela entidade filantrópica Pró-Saúde, sob contrato de gestão com a Secretária de Estado da Saúde do Pará, “é uma casa de família, que acolhe muito bem o paciente e seu acompanhante”.

Dia do Acompanhante

Organizado pela equipe do setor Psicossocial da Pró-Saúde no Hospital Público Estadual Galileu, o Dia do Acompanhante tem por objetivo promover, orientar e conscientizar os acompanhantes sobre a importância do cuidado com o paciente após a alta. Além disso, possibilita a troca de experiências entre os participantes do projeto e torna a estada dos familiares mais leve no ambiente hospitalar. São realizadas, semanalmente, palestras de orientações e informações, para que o entendimento dos familiares, acompanhantes e cuidados ocorra com facilidade.

De acordo com a coordenadora do projeto, a terapeuta ocupacional Elizabeth Moreira, tem sido possível observar a integração entre os colaboradores do hospital e os familiares. “Eles falam da sua rotina, tiram suas dúvidas e comentam suas carências. É um projeto de educação em saúde, mas, principalmente, de acolhimento e atenção”, explicou.

Sobre o Galileu

Unidade de baixa e média complexidade, o Hospital Estadual Público Galileu é mantido pelo Governo do Estado do Pará.  Sua missão é de cuidar de vidas, prestando assistência hospitalar de retaguarda em traumato-ortopedia, clínica médica e cardiologia, promovendo atendimento com qualidade, segurança e humanização aos usuários referenciados pela Central Estadual de Regulação. O Galileu está em funcionamento há 16 meses, com uma taxa de resolutividade de mais de 98%.

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