O assédio moral se caracteriza por gestos, palavras, atitudes ou ações ofensivas — explícitas ou sutis — que desqualificam, discriminam, humilham e constrangem uma pessoa em suas relações de trabalho. Esses atos devem ser reiterados e direcionados de forma consciente pelo abusador, ou seja, uma única conduta desrespeitosa de forma isolada não é entendida como assédio moral.
De acordo com o Código de Ética e de Conduta da Pró-Saúde, todos os colaboradores devem ser tratados com respeito e dignidade, não sendo permitidas situações que configurem desrespeito, intimidação, discriminação, ameaça, coerção, abuso ou assédio moral ou sexual.
Além do Código de Ética e de Conduta, a entidade possui uma cartilha de assédio moral e sexual no trabalho para que seus colaboradores saibam como se prevenir e o que fazer quando a situação acontecer.
Veja algumas situações que podem ser caracterizadas como assédio moral:
- Violação à dignidade do trabalhador;
• Inferiorizar, amedrontar, menosprezar, difamar, ironizar, dar risinhos;
• Fazer brincadeiras de mau gosto;
• Não cumprimentar e ser indiferente à presença do outro;
• Solicitar execução de tarefas sem sentido e que jamais serão utilizadas;
• Controlar, com exagero, o horário de almoço e o tempo de idas ao banheiro.
O assédio moral gera consequências negativas para o ambiente de trabalho, como queda de produtividade, rotatividade da mão-de-obra e danos psicológicos na vítima.
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