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Hospital Regional de Marabá reforça combate contra o Aedes aegypti

13/02/2017

Hospital Regional de Marabá reforça combate contra o Aedes aegypti

A movimentação na Praça Duque de Caxias, no núcleo Marabá Pioneira, chamou a atenção da dona de casa Regina Célia Lacerda, de 62 anos, neste sábado, 11/2. Lá, cedo, militares da 23ª Brigada de Infantaria de Selva do Exército Brasileiro, agentes da Secretaria Municipal de Saúde e profissionais do Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, já estavam a postos para o Dia D, uma ação conjunta contra o mosquito Aedes aegypti. Então, depressa, dona Regina saiu de casa em busca de atendimento. Um alívio para aquela senhora que há 20 dias sofre com os sintomas da chikungunya e que ainda não havia conseguido consultar um especialista.

“Consegui atendimento quase na porta de casa. Nossa, como isso facilitou para mim, ter uma ação dessas no meu bairro. Fui atendida rapidamente e o médico já me receitou o remédio certo. Não tem sido fácil. Sinto muitas dores nos braços e articulações. Não consigo fechar minha mão direito, sem contar a febre e outros sintomas”, comentou a dona de casa.

Dona Regina foi uma das 40 pessoas atendidas pelo Hospital Regional do Sudeste do Pará durante a manhã deste sábado. Além da consulta médica, a instituição também ofereceu à população teste de glicemia e aferição de pressão arterial. A ação deu início à campanha promovida pela Prefeitura Municipal de Marabá para orientar a população sobre o combate ao mosquito causador da dengue, febre chikungunya, zika vírus e febre amarela.

De acordo com a coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Marabá, Fernanda Miranda, o apoio do HRSP à ação deste sábado contribuiu para a notificação de casos da doença. “Hoje existe muita subnotificação dessas doenças porque a maioria das pessoas que apresentam os sintomas não procura a unidade de saúde e usa medicamento sem prescrição médica, o que aumenta o risco de o quadro evoluir para formas mais graves da doença”, explicou a enfermeira.

A coordenadora de Humanização do Hospital Regional do Sudeste do Pará, Caroline Nogueira, argumenta que a instituição tem o compromisso de promover educação em saúde, contribuindo para a prevenção de doenças. “Apesar de ser uma unidade de atendimento de média e alta complexidades, o hospital participa de ações da atenção básica para sensibilizar para a prevenção e evitar, assim, uma situação mais grave”.

Além do atendimento médico e de Enfermagem disponibilizados na Praça Duque de Caxias, ainda em fevereiro, o HRSP, que é gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública, também promoverá palestras para os usuários da unidade sobre doenças causadas pelo Aedes aegypti. A iniciativa integra a agenda do projeto “Saúde com Educação e Humanização”, que oferece dicas de saúde a pacientes e acompanhantes no momento em que aguardam atendimento ambulatorial e a chamada para exames, criando um espaço de orientação em saúde e tornando o ambiente hospitalar mais agradável.

Entenda a diferença

Dengue, chikungunya e zika vírus são doenças com sintomas muito parecidos, principalmente no estágio inicial, como febre, dor de cabeça, no corpo e nas articulações, falta de apetite, coceira e, em alguns casos, vermelhidão na pele e diarreia. Por isso, é importante consultar o médico para que ele possa diagnosticar a doença e prescrever o tratamento correto.  

Segundo o infectologista do HRSP, Alex Freitas, no caso da chikungunya, passados os dias iniciais da doença, ela persiste com dores articulares que podem se perpetuar por até três anos, dificultando que a pessoa execute tarefas simples como pentear o cabelo, subir escadas, dirigir e ir para a academia.

A respeito do zika vírus, o especialista explica que, via de regra, ele é uma doença benigna, principalmente nos adultos. Ela pode causar conjuntivite e coceira generalizada por alguns dias. Sobre a dengue, o médico ressalta  o perigo da automedicação, uma vez que alguns medicamentos podem agravar a doença, levando ao estágio hemorrágico.

Prevenção

O Aedes aegypti é o vetor responsável pela transmissão dessas doenças. Por isso a principal forma de combatê-las é eliminando os mosquitos e os criadouros. Medidas simples podem ser tomadas por todos. Confira:

- Colocar o lixo em sacos plásticos, manter a lixeira fechada e não jogar o lixo em terrenos baldios.

- Encher de areia até a borda os pratos de vasos de planta, para não acumular água.

- Não deixar a água da chuva acumulada sobre a laje e a calha.

- Guardar de boca para baixo ou em local coberto as garrafas pet e de vidros vazias.

- Guardar pneus velhos em local coberto.

- Manter a caixa-dágua e outros reservatórios de água sempre fechados.

 

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