Home » Seminário no Acre incentiva parto normal

Seminário no Acre incentiva parto normal

Foto: Junior Aguiar/Sesacre

 

O Hospital Santa Juliana realizou nesta quinta-feira (11) o I Seminário de Boas Práticas de Assistência ao Parto e Nascimento. Participaram do evento enfermeiros obstetras, médicos e estudantes de faculdades e cursos técnicos de enfermagem.

Durante o seminário, foram discutidos temas como as boas práticas na assistência ao pré-natal e do nascimento ao parto; métodos não-farmacológicos para o alívio da dor, a apresentação dos indicadores epidemiológicos da maternidade Bárbara Heliodora e do Hospital Santa Juliana, além da exibição do filme “O renascimento do parto”, que questiona o alarmante número de cesarianas realizadas no Brasil e propõe uma reflexão sobre o assunto.

Segundo a gerente de enfermagem do HSJ, Camila Silva, o Seminário tem o objetivo de difundir para os participantes e para a sociedade em geral os benefícios do parto normal e das boas práticas.

“A proposta do encontro é levar à discussão e reflexão sobre o que já mudou desde a implantação do método das Boas Práticas e como melhorar ainda mais”, disse a assessora técnica do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas (Dape) da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Maria Gerlívia Melo.

 

Boas práticas no parto normal

O método de “Boas Práticas no Parto Normal” é utilizado desde abril pelo Hospital Santa Juliana. O método foi desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1996, com base em estudos científicos, e orientam sobre o que deve ou não ser feito no processo do parto.

As boas práticas buscam o retorno da autonomia da mulher durante o trabalho de parto. Ela escolhe a posição em que se acha mais confortável para a saída do neném e é livre para chorar, gritar e andar pelo ambiente do leito.

“O nosso trabalho, enquanto profissionais, é apenas orientar essa mãe, tentar acalmá-la e deixar o parto ser o mais natural possível. A intervenção médica e cirúrgica acontece apenas quando fica claro que não há possibilidade de um parto normal”, explica a enfermeira obstétrica Jorgeane Melo.

 

Ampliar fonte
Contraste
Voltar para o topo da página - Pró-Saúde