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Hospital Regional de Santarém aumenta efetividade no combate à sepse

09/10/2018

Hospital Regional de Santarém aumenta efetividade no combate à sepse

A sepse é uma inflamação generalizada, em resposta a uma infecção no próprio organismo, que causa a morte de em média 240 mil pessoas por ano, no Brasil. Segundo o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), a síndrome é a maior causadora de mortes em unidades de terapia intensiva (UTI) do país, com quase 400 mil casos diagnosticados anualmente. Para mudar essa realidade, o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém (PA), implantou o Protocolo Institucional da Sepse, que preconiza o diagnóstico precoce e o tratamento imediato.

A infectologista Mariana Quiroga conta que para identificar precocemente os sintomas, permitirá que aumente a eficiência do tratamento. “A sepse é uma síndrome sistêmica, geralmente produzida em resposta a alguma infecção, que pode causar danos severos, o que pode evoluir, inclusive, para um choque ou morte. Por isso, a importância do diagnóstico antecipado e a equipe que atua na área de saúde estar capacitada para levantar essa hipótese”, explica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimula as instituições de saúde a instituírem protocolos para nortearem o diagnóstico e tratamento. No Hospital Regional de Santarém, o protocolo já foi implantado e todos os colaboradores que atuam na assistência passam por treinamentos periódicos.  “Com esse protocolo, o Hospital garante que o diagnóstico seja feito na maior brevidade possível, reconhecido por qualquer membro da equipe multiprofissional, e o tratamento seja iniciado imediatamente. Isso está demonstrado cientificamente que melhora o prognostico do paciente e salva vidas”, afirma Mariana.

Com o protocolo, todos os profissionais da assistência são capazes de identificar os sintomas que podem indicar a presença da sepse. Geralmente, os indícios são febre, aceleração dos batimentos cardíacos, respiração rápida, fraqueza intensa, pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, sonolência excessiva ou agitação. A detecção dos sintomas é feita por meio da aplicação de um checklist. Após levantada a suspeita, o médico é acionado para confirmar o diagnóstico clínico. São coletados exames imediatamente e iniciado o tratamento. 

Os resultados já podem ser notados no Hospital, sendo que em 2017, a média de letalidade da sepse era de 53%. Ou seja, a cada 100 casos, 53 resultavam em óbito. No primeiro semestre de 2018, esse número caiu para 31%, e está menor que a média mundial (37%). No Brasil, os dados variam de 40% a 60%. 

Treinamento

O Dia Mundial da Sepse é celebrado em 13 de setembro, sendo que o HRBA trabalhou o tema “Pense: pode ser sepse”, por meio do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), ao longo deste mês, com treinamentos e premiando os setores com mais adesão. Mais de 420 colaboradores já foram capacitados. Atualmente, a Unidade conta com 85% do protocolo cumprido e trabalha para a melhoria contínua desse indicador.

 

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