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Oncológico Infantil faz gincana por doação de sangue e cadastro de medula esta quarta

12/07/2017

Colaboradores do Hospital Oncológico Infantil, que vêm participando da III Campanha de Doação de Sangue e Cadastro de Medula Óssea, participam nesta quarta-feira, 12/7, de uma mobilização em forma de gincana pela causa. Durante todo o dia, os trabalhadores do hospital trarão voluntários para realizarem cadastros como doadores de medula e também para doar sangue. A meta é ajudar os estoques da Fundação Hemocentro do Pará (Hemopa) - órgão que atende demandas de hemocomponentes necessários a tratamentos de crianças atendidas no hospital, que é referência em tratamento oncológico infantojuvenil no Norte e Nordeste.

Na gincana 'Amigo de Sangue', os colaboradores do Hospital Oncológico que mobilizarem o maior número de doadores de sangue - direcionando os voluntários para o código de doação 1766, que identifica o Oncológico junto ao Hemopa -, irão concorrer a três cestas de chocolate e a outros prêmios.

Durante toda esta quarta-feira, o próprio Hemopa dará apoio à coleta de sangue, realizada com doadores levados ao prédio do Oncológico, das 8h às 17h. Também serão feitos cadastros no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Para isso, basta uma pequena coleta de sangue.

Com o mote “Quando você doa sangue a brincadeira continua”, a campanha é organizada pela Agência Transfusional do hospital. 'Queremos que os colaboradores do hospital sejam multiplicadores. Em maio treinamos 70 colaboradores em diversos setores. Foi uma adesão muito boa à campanha', ressalta Sheila Rocha, enfermeira da Agência Transfusional do Oncológico. 'E independentemente da campanha, a população pode doar sangue a qualquer momento, diretamente ao Hemopa, informando o código do hospital'.

Em média, são feitas cerca de 400 transfusões ao mês no Hospital Oncológico Infantil. Para ajudar o hospital, os voluntários precisam dirigir suas doações ao Hemopa informando o código do Oncológico (1766). A campanha reforça essa necessidade.

Técnica de hemoterapia do Oncológico Infantil, Vânia de Souza Ferreira,  já reuniu 30 doadores para a gincana. Essa é a primeira vez que participa de uma campanha para o hospital. 'Esse é um trabalho de formiguinha. Eu também sou doadora. E nesse grupo que traremos há vários voluntários que vão doar pela primeira vez. Quando se trabalha diariamente com essas crianças, fica mais clara a necessidade de ajudar a causa', avaliou.

Entre as dezenas de voluntários reunidos por Vânia Souza, estarão dois dos seus próprios filhos: Felipe Souza, graduando do curso de Moda da Universidade da Amazônia, Unama, e Vaneila Ferreira de Souza,  estudante de Administração da FAP-Estácio. Todos os três filhos da técnica de Hemoterapia, incluindo Rodrigo Souza,  que não estará na campanha desta quarta, mas também é voluntário, são doadores de sangue desde a juventude. Uma herança deixada pela própria experiência repassada pela mãe, que há muitos anos atua como voluntária do Hemopa.

A advogada Vanessa Rodrigues Monteiro, mãe da jovem B. H. M. M., de 17 anos, é uma entre as pessoas de várias famílias de pacientes do Oncológico que pedem por mais atenção a campanhas e a cuidados com a atenção ao universo de doação de sangue no Pará. 'Se as pessoas doarem cada vez mais, diminuirá a preocupação das mães de pacientes que aqui se encontram. Eu peço a todos que colaborem e se interessem cada vez mais em ajudar. Crianças em tratamento contra o câncer precisam muito de sangue, sempre'.

Há um ano a filha de Vanessa Rodrigues está sob cuidados do Hospital Oncológico. A adolescente descobriu que estava com câncer no meio do ano letivo de 2016. Teve que abandonar o terceiro ano do Ensino Médio, em Macapá (AP), para se dedicar ao tratamento em Belém. Hoje, mãe e filha moram em Belém. Ainda no primeiro semestre, a estudante precisou ser internada por 30 dias na UTI. E nesse período, precisou várias vezes de sangue. Após cuidados mais recentes em quimioterapia, ela permanece internada no Oncológico. A mãe a acompanha diariamente.

Mobilização

As campanhas do Oncológico para pedir reforço do voluntariado em doações de sangue junto ao Hemopa têm sido mais constantes e vêm mobilizado cada vez mais mais pessoas. No dia 1/6, cerca de 30 crianças e adolescentes atendidos pelo hospital entraram em quadra durante o amistoso da seleção feminina brasileira de vôlei contra a República Dominicana, realizado em Belém, na Arena Guilherme Paraense.

A convite da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), os meninos e meninas do Oncológico deram as mãos junto às atletas e pediram ao público presente à arena um apoio maior às doações. Quando os voluntários doam sangue ao Hemopa informando o código do hospital (1766), isso faz com que o sangue coletado apoie diretamente os estoques dirigidos às crianças e adolescentes do Oncológico.

Os doadores devem ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e estarem em boa saúde, além de portarem documentos. Jovens entre 16 e 17 anos precisam de autorização ou ter a companhia de responsáveis, mas podem também participar das doações.

Atendimento contra o câncer

Inaugurado em outubro de 2015, e gerido pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Oncológico Infantil oferece atendimento público especializado, voltado ao tratamento em oncologia para crianças e jovens de zero a 19 anos. Atualmente a unidade é referência neste tipo de atenção no Norte e Nordeste. Cerca 650 crianças e adolescentes fazem hoje tratamento no hospital.

A cada mês, o estabelecimento realiza em média cerca de 684 consultas ambulatoriais, 2.716 sessões de quimioterapia, 76 cirurgias e 12.165 exames de análise clínicas, além de 145 internações. Dos 89 leitos disponíveis no Oncológico, dez são destinados à UTI. O hospital também oferece atendimento de pronto socorro 24 horas para os seus pacientes em tratamento.

Entre janeiro de 2016 a junho de 2017, o hospital realizou 9.467 consultas ambulatoriais; 41.454 infusões quimioterápicas; 811 cirurgias; 213.964 serviços de diagnóstico e tratamento; e 205.165 exames de análises clínicas; além de um volume total de 29.995 atendimentos a pacientes.

O Oncológico Infantil quintuplicou a oferta de leitos para tratamento do câncer entre crianças e adolescentes no Pará. E, desde que o hospital passou a funcionar, em 2015, o Estado não tem mais filas de espera para atendimento ou internação para cuidados oncológicos dirigidos a paraenses entre zero e 19 anos. E a demanda por esses cuidados especializados vem crescendo. Ao todo, 411 casos novos foram registrados pelo serviço de atendimento do hospital, entre janeiro de 2016 a junho de 2017.

 

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