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São Lucas: 40% dos atendimentos não são de urgência e emergência

11/01/2017

São Lucas: 40% dos atendimentos não são de urgência e emergência

Cerca de 40% dos atendimentos no novo pronto-socorro do Hospital Estadual São Lucas, em Vitória, foram classificados como casos “pouco urgentes” ou “não urgentes”. Mais de 1400 pacientes que poderiam ser atendidos em unidades básicas de saúde ou pronto-atendimento. É o que mostra um levantamento feito com base no primeiro mês de funcionamento da unidade.

“O pronto-socorro é indicado para atender pessoas com quadros graves de saúde, prioritariamente os que precisam de cuidados de urgência e emergência”, destacou o diretor técnico do São Lucas, o médico Altemar Paigel. 

No primeiro mês de funcionamento, o pronto-socorro atendeu cerca de 3.600 pessoas. “A maioria dos pacientes recebeu cuidados nas especialidades de ortopedia, cirurgia geral e neurocirurgia, geralmente por agravos associados ao trauma”, revelou o diretor técnico.

O diretor destacou, porém, que todos os pacientes que foram ao São Lucas, incluindo os casos não graves, foram atendidos. “Há pessoas que buscaram o pronto-socorro com queixas de dores articulares, inchaços nas pernas, problemas de varizes, dor de garganta, unha encravada e até para realizar teste de gravidez. Todos receberam cuidados médicos e da equipe de enfermagem”, acrescentou.

O que é classificação de risco

A classificação de risco é um processo por meio do qual a equipe de enfermagem define a prioridade de atendimento de pacientes que chegam a hospitais ou pronto-atendimentos. Os casos mais graves são atendidos primeiro. Ao dar entrada em um pronto-socorro, o paciente é avaliado pela equipe de enfermagem e recebe uma pulseira que pode ser nas cores vermelha, laranja, amarela, azul ou verde.

“A classificação de risco é um protocolo que proporciona segurança ao paciente. É por meio dele que o usuário terá seu atendimento organizado, não pela ordem de chegada na unidade hospitalar, mas pela gravidade da sua doença”, explicou o diretor técnico do Hospital Estadual São Lucas, Altemar Paigel.

“Aqui no hospital, um paciente que chega com uma fratura exposta, considerada como grave, terá atendimento imediato, ou seja, será transferido direto para a sala de estabilização, onde são atendidos os casos graves. Assim, para esse paciente, a classificação é feita posteriormente”, disse.

Na recepção do pronto-socorro, um quadro mostra para o paciente o tempo de espera de acordo com a cor que ele recebeu no momento em que passou pela primeira avaliação da equipe de enfermagem.

Classificação de risco

A cor vermelha significa emergência absoluta; a alaranjada, muito urgente; a amarela, urgente; a verde, pouco urgente, e a azul, sem urgência. Pelo protocolo, somente casos classificados como amarelo, laranja e vermelho estão corretamente direcionados para atendimento hospitalar, os demais podem ser resolvidos nas unidades básicas de saúde e pronto atendimento.

Cuidado Integral

Lançada no final de dezembro pelo Governo do Estado, a Rede Cuidar tem entre seus objetivos tornar a atenção à saúde mais resolutiva, garantindo um atendimento multiprofissional capaz de resolver até 95% dos problemas de saúde da população em sua própria região. Além de realizar consultas e exames nas Unidades de Cuidado Integral à Saúde, o usuário sairá com um plano de cuidado integral e receberá orientações sobre alimentação saudável e prática de atividades físicas, além do incentivo ao autocuidado com a saúde.

A implantação da Rede Cuidar faz parte do Programa Prioritário de Governo “Ampliação e Modernização da Rede de Saúde”, que prevê a implantação de cinco Unidades de Cuidado Integral à Saúde nas quatro regiões do Estado. As Unidades estão localizadas em Nova Venécia, Linhares, Guaçuí, Pedra Azul e Santa Teresa. A primeira Unidade a entrar em funcionamento, previsto para março de 2017, será a Cuidar Norte, em Nova Venécia.

São Lucas

Referência no atendimento de trauma, o Hospital Estadual São Lucas é administrado pela Pró-Saúde desde 18 de dezembro de 2015, por meio de um contrato de gestão firmado com o Governo do Estado do Espírito Santo, via Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), que mantém a unidade.

São 40 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 14 leitos de Unidades de Alta Dependência de Cuidados (UADC) e 121 leitos de enfermaria e ambulatório de especialidades cirúrgicas. O hospital conta, ainda, com uma equipe multidisciplinar atuante na internação.

 

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