Universitários do Rio desenvolvem próteses para membros superiores de baixo custo

O estudando de Medicina, Robinson Simões Júnior, que estuda na Universidade Federal Fluminense (UFF), localizada no Rio de Janeiro (RJ), criou o projeto da Rede Acadêmica de Cibernética e Humanidades (Reach), e está a um passo de desenvolver próteses de baixo custo para amputados de membros superiores.

O professor Ricardo Carrano, que é coordenador do projeto, disse que as próteses que são usadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são importadas e custam R$ 6 mil. Ele estimou que a Reach pode reduzir o preço das próteses para menos de R$ 1 mil, permitindo ao SUS custear a prótese dos pacientes. “A meta é pegar a tecnologia existente, tentar substituí-la por componentes e métodos de produção mais baratos, mantendo os requisitos de qualidade, mas com um valor que possa ser bancado pelo SUS para que o amputado tenha a prótese de graça”, argumentou.

O objetivo inicial é o desenvolvimento de próteses para pessoas amputas ou nascidas sem membros superiores. Mas o projeto pretende desenvolver próteses também para membros inferiores.

A Reach é composta por alunos dos cursos de Medicina, Computação, Engenharia e Telecomunicações da UFF e em junho deste ano completará dois anos.