Pró-Saúde promove palestras aos colaboradores da Sede Administrativa

O câncer de mama, de colo de útero e de próstata foram temas de palestras realizadas no dia 9 de novembro, no auditório da Sede Administrativa da Pró-Saúde, em São Paulo (SP).

A ação uniu as campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul, para conscientizar os colaboradores da entidade sobre a importância de conhecer essas doenças, saber identificar sintomas e realizar exames médicos preventivos.

No período da manhã, a médica Edna Maria, especialista em Promoção da Saúde, abordou o tema “Saúde feminina – câncer de mama e câncer de colo de útero”. Edna destacou a importância de ter hábitos saudáveis e ressaltou que 80% dos tumores são descobertos com o autoexame das mamas.

A especialista explicou que o primeiro exame clínico das mamas deve ser realizado aos 20 anos, repetido a cada três anos até os 40 anos, e depois dessa idade deve ser efetuado, anualmente. Também disse que aos 35 anos é a idade ideal para a mulher agendar a primeira mamografia.

Em relação ao câncer de colo de útero, Edna Maria explicou que o vírus HPV é a principal causa da doença e informou que o papanicolau é o principal exame preventivo para diagnosticar esse tipo de câncer. “Quando diagnosticado precocemente, há 100% de chance de cura”, afirmou Edna.

As colaboradoras da Pró-Saúde presentes no auditório fizeram perguntas à médica e comentários sobre o tema abordado. Elisabeth Aparecida Barbosa, do setor Administrativo, contou sobre o caso de sua mãe que faleceu um ano após diagnosticar o câncer de mama e que, por isso, redobrou o cuidado.

 

Saúde do Homem

À tarde, Luiza Nader, nutricionista especializada em Qualidade de Vida, realizou a segunda palestra do dia.  Com o tema “Saúde do Homem”, a especialista conduziu um bate-papo com os colaboradores presentes, afim de conscientizá-los sobre a importância de uma alimentação e hábitos saudáveis, além da realização de exames responsáveis por identificar o câncer de próstata.

A especialista explicou que, com o avanço dos anos, a expectativa de vida do homem cresceu muito, assim, é preciso redobrar a atenção em relação aos hábitos cotidianos. “Em 1960, os homens viviam, em média, 50 anos, já em 2010 a média subiu para 73 anos. Isso representa, talvez, maiores riscos. Por isso, a importância de praticar esportes, ter uma boa alimentação e, periodicamente, passar por avaliações médicas para evitar futuros problemas”, afirmou a nutricionista, Luiza Nader.

Lenivaldo Souza, auxiliar de Filantropia, participou da palestra e comentou sobre a importância de discutir o tema. “Foi uma iniciativa extremamente positiva. Ainda temos muito tabus a serem quebrados quando falamos da saúde do homem, e ações como essa nos conscientiza cada vez mais a nos prevenirmos”, disse.

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