Pastoral da Saúde fortalece acolhimento religioso no Hospital Oncológico Infantil

Na luta contra o câncer, além do diagnóstico precoce e de uma assistência especializada, a fé pode ser uma grande aliada no tratamento, isso porque ela é capaz de promover o bem-estar psicológico, que é fundamental para o processo de cura de um paciente.

No Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém (PA), a promoção deste conforto passa pela dedicação voluntária de diferentes comunidades religiosas que, nesta semana, ganharam um novo estímulo com a visita do superintendente de Atividades Assistenciais da Pró-Saúde, Dom João Bosco, e do assistente de Filantropia da Pró-Saúde, Lenivaldo Carvalho, para implantação da Pastoral da Saúde na Unidade. 

Em reunião com representantes dos grupos de voluntários e equipe de Humanização da Oncológico Infantil, Dom João reforçou a importância dos resultados do trabalho que vem sendo feito. “A Pastoral traz na força da palavra de Deus, a esperança para a cura, a alegria para essas famílias e a preservação da beleza no olhar dessas crianças. Agora nós queremos institucionalizar esse trabalho”, explicou Dom João, que também é Arcebispo Emérito de Diamantina (MG). 

As palavras do Arcebispo fizeram a voluntária Lilian Acatauassu acreditar ainda mais na missão de dedicar o seu tempo para as crianças em tratamento contra o câncer. “Acredito que a ciência abre muitas portas, mas tem uma que só Deus pode abrir e é isso que queremos trazer sempre que encontramos essas famílias”, conta Lilian. 

Para a diretora Hospitalar do Oncológico Infantil, Alba Muniz, a implantação do projeto institucional da Pastoral da Saúde, fortalece ainda mais a oferta de uma assistência humanizada para as crianças, adolescentes e os familiares que os acompanham na luta contra o câncer. “É o momento de fortalecer todo esse processo de tratamento, levando cuidado espiritual e psicológico de uma forma leve que é o objetivo da Pastoral”, ressaltou.   

Além do Oncológico Infantil, Dom João também conheceu o trabalho religioso feito por voluntários nos hospitais Público Estadual Galileu e Metropolitano de Urgência e Emergência, que também são gerenciados pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, por meio de contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). 

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