ABRIL/MAIO DE 2002
NÚMERO 36
ANO 3
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EDITORIAL


José Carlos Rizoli

Presidente
 

ELEIÇÕES E SAÚDE

Num ano eleitoral, como o que vivemos, as propostas e planos dos candidatos devem ser bem avaliados para que possamos escolher de forma correta nossos representantes.

Na área da saúde, essa analise se reveste de grande importância, pois, as políticas a ser implantadas pelos estados e federação irão conduzir os benefícios necessários para a existência de uma boa saúde para a população.

Com relação à administração, por exemplo, existem correntes que insistem em afirmar que, de modo algum, deve ser colocada sob a direção de uma entidade privada, insistindo na manutenção de que todos os controles e serviços sejam executados pelo poder público.

Ora, sabemos perfeitamente das dificuldades para se ter um serviço público totalmente eficiente, quer pelas ingerências políticas, quer pelo "inchaço" da máquina estatal ou ainda pelo descompromisso do funcionalismo com o atingimento da plena saúde pela população, que não se resume tão-somente na ausência da doença, mas, também todo um leque de atividades que complementam a cura efetiva dos males que afligem a população.

Reflitamos sobre as tendências dos diversos candidatos, verificando, e até questionando, os planos destes para a área da saúde. Nosso voto será decisivo e o conhecimento das idéias dos candidatos é fundamental para que possamos escolher acertadamente e proporcionar uma melhor qualificação de nossos dirigentes.