Hospital Municipal faz simulado de abandono nesta quarta-feira

O Hospital Municipal de Mogi das Cruzes realiza, na manhã desta quarta-feira (15), mais um simulado de abandono. A iniciativa tem como objetivo preparar colaboradores, pacientes e acompanhantes para casos de incêndio ou catástrofes, além de atender às exigências das instruções técnicas do Corpo de Bombeiros, as quais exigem que ao menos um simulado de urgência seja realizado por ano.

A atividade terá início às 9 horas, quando serão acionados os alarmes de emergência do térreo, onde está localizado o Pronto-Atendimento Infantil; do primeiro andar, onde ficam o Ambulatório de Especialidades e o Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT); e do segundo andar, nas recepções do setor de retirada de exames, da Internação, do Centro Cirúrgico e da UTI. 

A partir das 8 horas, informativos sobre o simulado serão entregues a todos que estiverem nas áreas do hospital que participarão da atividade. Os pacientes acamados, da UTI, dos leitos de Internação e que estiverem no Centro Cirúrgico não irão participar. 

“Os brigadistas e os bombeiros civis do Hospital Municipal irão orientar colaboradores, pacientes e acompanhantes como o plano de abandono deve ser seguido”, explicou o técnico de segurança do HMMC Uriama dos Santos Palma. Cada andar terá uma rota de fuga diferente, por isso é fundamental seguir as orientações dos brigadistas.

O abandono do prédio deverá ocorrer pelas escadas e o ponto de encontro será em um local no estacionamento do térreo e na área de embarque e desembarque do primeiro andar. “A orientação é para que, mesmo sendo um simulado, todos considerem como se de fato estivesse ocorrendo uma situação de emergência”, destacou o bombeiro civil John Fernandes Gimenez Tavares Kudo. “O elevador não pode ser usado, porque durante uma catástrofe, pode haver uma queda de energia”, explicou.

Este será o segundo simulado de abandono do Hospital Municipal. O primeiro, realizado no ano passado, foi concluído em 13 minutos e a meta agora é fazer em um tempo ainda menor. “Quanto menor for o tempo de evacuação das pessoas, maior será a eficiência do plano de abandono”, disse o bombeiro.

A expectativa é que com o passar dos anos, o simulado passe a ser realizado em todo o hospital e conte com a participação do Corpo de Bombeiros, SAMU, e demais serviços de urgência e emergência, além manequins e voluntários para simular feridos, e até fumaça seja usada na ambientação. 

“Quanto mais próximo da realidade, melhor será a validação e aperfeiçoamento do plano de abandono. O mais importante é que todos tenham consciência do que é preciso fazer em um caso de incêndio ou outras situações de urgência, quando for necessário deixar o prédio”, pontuou o técnico de segurança. 

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