Hospital Metropolitano participa de caminhada a favor da consciência no trânsito

Sendo uma unidade que é referência para o tratamento de média e alta complexidades a vítimas de traumas e queimados, o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua (PA), participou de uma caminhada no distrito de Icoaraci, em Belém-PA, realizada no último domingo, 20/11, dentro de uma programação alusiva ao dia em memória às vítimas de acidente de trânsito.

A ação foi da Associação das Vítimas de Trânsito e membros do Grupo Movida, em conjunto com órgãos estaduais, como o Hospital Metropolitano, o Departamento de Trânsito do Pará, Corpo de Bombeiros, Pró-Paz, além de instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Vida Pará, Associação Paraense de Motociclistas (Aspamotos).

Para o diretor Geral do Hospital Metropolitano, Rogério Kuntz, a programação teve como meta a necessidade de reforçar a consciência de condutores na busca por um trânsito mais seguro. Aproximadamente 70% dos pacientes do Hospital Metropolitano são acidentados de trânsito. “Precisamos reverter tendência esta situação”, considerou o administrador hospitalar. Ainda segundo Kuntz, o custo de internação de um paciente com esse perfil é superior a R$7 mil. “Isso representa, em um ano, de acordo com o volume de atendimento que temos, algo em torno R$ 53 milhões. São recursos públicos utilizados em  situações evitáveis e que poderiam ser usados em outras atividades que trariam um bem maior para a sociedade”, disse Kuntz, que recebeu homenagens premiando o trabalho a favor da consciência no trânsito.  

Incentivar a educação no trânsito também foi ressaltado pelo coordenador de educação no trânsito do Detran, Valdemir Monteiro. Para ele, a parceria de órgãos e entidades diversas é fundamental. “Dessa forma, não deixamos apenas o Detran ou a Semob (Secretaria de Mobilidade Urbana de Belém) a cuidar do trânsito. É preciso que todos, como o próprio Hospital Metropolitano, atuem para que a mensagem chegue aos condutores”.

A representante da OAB, Cristina Lulochard, elogiou o trabalho desenvolvido pela unidade de saúde, como agente multiplicadora da consciência no trânsito. “É preciso se sentir pertencente desse processo. Só temos a agradecer ao Hospital Metropolitano, afinal, juntos somos mais forte”.  

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