Capacitação de brigadistas contribui para a segurança no Hospital Metropolitano

Treinadas para realizar atendimentos em situações de emergência, as brigadas de incêndio são fundamentais para atuar na prevenção, combate a incêndios, prestação de primeiros socorros e evacuação de ambientes. Suas ações incluem o prévio conhecimento do plano de emergência contra sinistros, a avaliação dos riscos existentes, além da prática de exercícios simulados.

No Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), os colaboradores que integram a equipe de brigadistas recebem capacitação para torná-los aptos a atuar em situações que demandem a retirada rápida e segura de pacientes das áreas de internação em caso de incêndio. Na última semana, uma turma com 20 colaboradores, participou das aulas ministradas por técnicos especializados em Segurança do Trabalho.

A aula teórica foi ministrada pelos facilitadores Jean Farias, técnico de Segurança do Trabalho e instrutor da Cruz Vermelha, e Alessandra Teles, técnica de enfermagem e voluntária na Cruz Vermelha. Jean repassou informações sobre prevenção e combate a incêndio. Já Alessandra falou dos cuidados a serem tomados na hora dos primeiros socorros.

O HMUE vem capacitando seus colaboradores no combate a incêndio desde o ano de 2016. Contando com o curso atual, quase 90 colaboradores já foram contemplados com o treinamento. O coordenador da Brigada de Incêndio e técnico de Segurança do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho do hospital (SESMET), Carlos Henrique da Costa, diz que a meta é capacitar 100% dos trabalhadores.

Durante o treinamento os alunos fizeram um exercício prático para simular a descida de pacientes do quarto andar até o térreo da unidade. Foram repassadas também orientações e técnicas para usar equipamentos como a prancha e a cadeirinha para a descida.

A opção pelas escadas tem explicação, de acordo com Carlos Henrique. “Se acontecer um sinistro no hospital, a ordem é que ninguém use o elevador, porque há o risco da parte elétrica queimar e você ficar preso. É preciso descer de escada, mas para isso tem que ter técnica para que essa saída ocorra de maneira ordenada”, aponta.

Carlos Henrique explicou ainda que, capacitações como essa, evita que os colaboradores não saibam como proceder em caso de incêndio. “O hospital é lugar complexo para que você tenha uma evasão de vítimas. Temos os pacientes, acompanhantes e colaboradores. São muitas pessoas para demandar atenção na retirada”, finaliza.

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