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O Ministério
da Saúde estima um aumento de 50 mil cirurgias eletivas por ano
pelos hospitais públicos e pela rede conveniada com o aumento
do repasse de recursos.
A portaria
assinada pelo ministro Barjas Negri, reajustando os tetos financeiros
dos estados e municípios para cirurgia e internação,
prevê investimento de R$ 124 milhões anuais.
Dos 1.967
procedimentos realizados pelo SUS, 324 terão reajustes superiores
a 30% , em alguns casos, como hemorroidectomia, o aumento pode chegar
a 60%.
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A
diretoria do Hospital 9 de Julho (SP) está investindo R$ 15 milhões
em novos pronto-socorro e centro cirúrgico, entre mobiliário,
obras civis e equipamentos.
Fundado
em 1955, o 9 de Julho conta com 250 leitos, nove mil atendimentos, 1.200
internações e 1.100 cirurgias por mês.
A
estratégia visa recuperar a taxa de ocupação do
hospital, que havia apresentado queda nos últimos tempos.
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Informação
incorreta na internet fez dobrar o número de pedidos de transplante
de córneas no Hospital Oftalmológico e Banco de Olhos de
Sorocaba, que em geral é de 100 por mês.
Inicialmente divulgado na rede interna de uma empresa, um médico
citava que córneas estariam sendo jogadas fora, após seu
período de limite de uso, em razão da baixa demanda.
A administração informou que nunca nenhuma córnea
foi jogada fora e que o tempo de espera para transplante é de dois
meses.
O médico que passou a mensagem disse ter sido mal-interpretado.
O hospital não pretende levar o caso à Justiça.
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O grupo Amesp, fundado por professores da Faculdade de Medicina da Universidade
de São Paulo, acaba de anunciar o balanço de 2001 da sua
operadora de plano de saúde.
O resultado operacional foi de 46% acima do exercício anterior,
um aumento de R$ 6 milhões do capital circulante e o patrimônio
líquido ultrapassou a casa dos R$ 20 milhões.
Fazem parte do grupo, além da operadora, os hospitais Jaraguá,
Itacolomy, Pronto-socorro Itatiaia, Novolab Laboratório de Análises
Clínicas e Oral Pró-Assistência Odontológica.
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Os ministérios
da Saúde e Justiça lançaram o Plano Nacional de
Saúde do Sistema Penitenciário.
O plano envolve também parcerias com secretárias estaduais
e municipais.
Cabe a elas, entre outras incumbências, a contratação
e controles dos serviços de referência sob sua gestão
para atendimento à população carcerária.
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O
deputado Fetter Júnior (PPB-RS) apresentou à Câmara
projeto de lei que isenta do pagamento de Imposto de Renda (IR) as pensões
ou aposentadorias de portadores de hipertensão grave.
A
isenção já é concedida aos proventos de
aposentadoria ou reforma e pensão dos portadores de doenças
graves, como tuberculose ativa, alienação mental, esclerose
múltipla e câncer.
A
proposta vai passar agora por várias comissões antes de
ir a plenário.
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O Hospital Universitário
de Alagoas pode parar o atendimento médico às comunidades
carentes por falta de condições de atendimento.
O Ministério Público Federal determinou a demissão
dos servidores contratados sem concurso público.
O HU recebe recursos do MEC e do SUS e já está com diversos
departamentos parados por falta de recursos humanos.
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Segundo
médicos entrevistados na última edição do
New England Journal of Medicine (EUA), incentivos eticamente aceitáveis
podem ser usados para estimular pessoas a doarem órgãos.
Os médicos
condenaram a idéia de remunerar financeiramente as famílias
ou doadores, mas mostraram-se favoráveis à idéia
de oferecer um mínimo de US$ 300 como reembolso dos custos do
funeral.
Incluir o
doador no topo da lista de receptores, quando ele também estiver
precisando de transplante, ou conceder uma medalha do Congresso americano
são outras sugestões.
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Foi lançado
no mercado um seguro de vida para pessoas que normalmente tinham suas
propostas recusadas, como portadores de doenças graves, praticantes
de esportes radicais e profissionais com elevada exposição
a risco.
O Vita Riscos Agravados vai adotar uma sistemática de tarifação
pela qual o aumento do risco é compensado por um aumento no custo
do seguro.
Segundo a Soma Seguradora, que opera o novo produto, estima-se que o
mercado potencial seja de R$ 750 milhões por ano, o que corresponde
a 15% do mercado anual do ramo vida no Brasil, que foi de 4,8 bilhões
de reais em 2001.
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