SESA - Acompanhantes recebem orientação sobre a rotina hospitalar | Pró-Saúde
Voltar para home
Imprensa

Na Mídia

SESA - Acompanhantes recebem orientação sobre a rotina hospitalar

 

 

Estar acompanhado por um amigo ou familiar durante a internação pode ajudar bastante o paciente na recuperação. Mas para que o acompanhante seja, de fato, um agente facilitador, é importante que ele esteja atento às normas do hospital e em sintonia com a equipe assistencial. O Hospital Estadual de Urgência e Emergência, em Vitória, promove encontros semanais com os acompanhantes com o objetivo de integrá-los ao ambiente hospitalar e tornar eficaz a presença deles no local.

Conhecer o histórico de saúde do paciente, o horário de troca de acompanhantes, não incomodar os colegas de enfermaria, evitar excesso de bagagem durante a internação, não sentar no leito do paciente, buscar ajuda da equipe de enfermagem e atentar para a importância do silêncio fazem parte da lista de recomendações passadas pelo hospital nas reuniões de acolhimento para acompanhantes. Os encontros acontecem às sextas-feiras, a partir das 14 horas, e duram cerca de 30 minutos. São conduzidas por uma equipe multidisciplinar composta por enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e fisioterapeutas.

A diretora assistencial do Hospital Estadual de Urgência e Emergência, Sandra Miziara, explica que o foco da reunião de acolhimento é esclarecer as dúvidas dos acompanhantes e, consequentemente, humanizar e qualificar a assistência prestada ao paciente. “O acompanhante tem papel fundamental na recuperação do enfermo. Quando suas dúvidas são sanadas, a garantia da assistência prestada no hospital se estende para o cuidado domiciliar, evitando, assim, reinternações”, afirma.

A reunião de acolhimento também é um momento oportuno para abordar assuntos importantes relacionados à saúde, tais como doação de sangue, prevenção do câncer, a importância da higienização das mãos e temas que estejam em destaque no momento, como o combate ao mosquito Aedes aegypti.

Para Leandro Raimundo Coutinho, que acompanha a mãe internada no hospital, a proposta da reunião de acolhimento é interessante principalmente para quem nunca acompanhou uma pessoa em um hospital. “Gostei do que vi. A reunião foi esclarecedora, pois permitiu que conhecêssemos a nossa função dentro do hospital”, comentou Coutinho.

<< voltar