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ORMNews - Hospital para tratamento oncológico infantil é inaugurado

 

O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, primeiro hospital público da Amazônia especializado no tratamento de câncer para crianças e jovens de até 19 anos no Estado, foi inaugurado na manhã desta segunda-feira (12), em Belém. Cerca de R$ 80 milhões foram investidos no novo espaço, entre a estrutura física e equipamentos. O hospital, anexo ao Hospital Ophir Loyola, tem um centro médico com 108 leitos, sendo dez de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A estrutura tem capacidade para atender 15 pacientes concomitantes na quimioterapia e fazer 1.320 consultas de ambulatório por mês e 378 internações.

“Esse hospital é um ganho para todo o Estado. Teremos mais de 100 leitos para prestar um melhor atendimento para as crianças que tanto precisam de um tratamento especializado. É com obras com essa que damos dignidade ao nosso povo. Faço questão de dizer para cada paraense que esse hospital é público. Nenhum paraense, nenhum brasileiro, nenhum cidadão precisa pagar absolutamente nada além dos impostos que paga normalmente, para ter acesso, pois foi feito com o imposto que todo mundo paga. É um hospital de altíssima qualidade, de referência e faz parte de uma estratégia de implantação de serviços públicos de média e alta complexidade em todo o Estado que, por sinal, era um dos grandes desafios que estamos enfrentando”, afirmou o governador.

O novo hospital conta com profissionais de diversas áreas, entre médicos, equipe de enfermagem, multiprofissional, administrativo e apoio trabalharão para prestar o melhor atendimento aos pequenos pacientes. O espaço também conta com um solário localizado no quinto andar, além de outras áreas que amenizam o tratamento médico das crianças com câncer, como brinquedoteca e sala de música.

“Estou ansiosa pelo tratamento. Quero ver meu filho logo curado. Saber que em breve o hospital vai funcionar e vou ter um tratamento digno para mim é uma felicidade enorme. Só quem é mãe e passa por isso sabe o que estou falando”, finaliza Nildene Santos, de 19 anos, que está em Belém para realizar exames no filho de 3 anos.  

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